Proposta de leitura orante no período de 18 a 24 de Julho

Segue abaixo a proposta semanal de leitura orante para a Igreja Batista do Caminho.

Período: 18 a 24 de Julho

Texto: Filipenses 4:2-9

Método:

Leitura: O que o texto diz?
Meditação: O que Deus está me falando?
Oração: O que o texto me faz dizer a Deus?
Contemplação: Qual o meu novo olhar?
Sugestão de Inspiração:

Música: Gal Costa – Onde Deus Possa Me Ouvir

Imagem:  Koralov 

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1 ideia sobre “Proposta de leitura orante no período de 18 a 24 de Julho

  • Se eu fosse bispo, comentaria assim esse texto:
    “Irmãos e irmãs,
    nesta página, Paulo de Tarso nos apresenta o desafio e a missão de vivermos a diversidade, pois logo após anunciar que há uma só fé, um só batismo, um só Deus e Pai de todos, ele diz que a graça é dada conforme a medido do dom de Cristo e esse dom é dado a cada um conforme a sua especificidade, pois somos diversos. E para falar da diversidade, Paulo recorre ao Salmo 68: 19: “Subiste às alturas conduzindo prisioneiros, recebestes homens como tributo; mesmo os rebeldes habitarão junto ao Senhor Deus”. Ora, irmãos e irmãs, para subir é preciso antes descer e isso Cristo o fez, vivendo entre os marginalizados.
    E eu vos pergunto, irmãos e irmãs, se é por acaso que hoje em dia a fé esteja em xeque? Que tanta gente duvide de D’us e de Cristo e ridicularize a religião? Não, não é por acaso, irmãos e irmãs. Da mesma maneira que não é possível encontrar um pinguim no Saara nem um camelo na margem esquerda do Rio Amazonas, não se pode encontrar Cristo onde ele não está. As pessoas estão procurando Cristo e Deus nos lugares errados. Na parábola das ovelhas e dos cabritos, o Mestre disse onde poderia ser achado: entre os marginalizados, entre os párias, onde Ele sempre decidiu estar. E as pessoas, tolamente, vão procurar o Nazareno em templos suntuosos. E se cremos que homens e mulheres foram criados à semelhança do Eterno, é na pessoa a nosso lado que teremos de buscá-lO, pois já disse São João Evangelista no capítulo 4 de sua primeira carta: “Se não amas a teu irmão a quem vês, como amarás a D’us, a quem não vês?” Queridos e queridas, o símbolo maior da fé e da poesia hinduísta é a flor de lótus, que nasce nos pântanos, em meio à lama e é a mais bela da Índia e simboliza a divindade. Suas sementes são longevas e podem esperar mais de mil anos para nascer. Por que não temos olhos para ver em meio aos defeitos dos outros, em meio a essa lama, a beleza da divindade ali incrustada? Por que não temos paciência para vermos nascerem as sementes da divindade que apenas esperam o momento propício para se revelarem ao mundo? Porque não somos o Eterno, mas mesmo assim somos dEle a imagem e a semelhança.”

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